Administração Colonial
15:06 @ quinta-feira, 16 de junho de 2011
Como na época o mercantilismo era predominante, a metrópole(Portugal) estabeleceu um forte controle administrativo sobre a colônia (Brasil). Primeiramente com as capitanias hereditárias, que foram substituídas pelo governo-geral em busca de melhorias para o setor administrativo. Para maior controle, a metrópole ainda contou com o apoio das câmaras
Capitanias Hereditárias
Criadas por D. João III tinham o intuito de facilitar a administração da colônia. Dividindo a costa colonial em quinze lotes, onde quem tinha o controle era a corte.
Elas tinham como política a carta de doação, em que o Rei doava a administração fixa e hereditária de um lote do território ao capitão donatário. E o foral, em que estão contidos os direitos, deveres, e tributos a serem pagos pela população ao Rei e ao donatário.
O fracasso dessas capitanias deu-se pela falta de recursos, de interesses dos donatários, as grandes distâncias entre colônia e a metrópole, as invasões estrangeiras e ainda os ataques indígenas.
O Governo-geral
Para corrigir tais problemas o Rei de Portugal decide criar um governo-geral para o Brasil (1548), com o objetivo de centralizar a defesa do território e a administração geral da colônia. Para sede desse governo, escolheu a capitania Bahia de Todos os Santos. Tomé de Souza, o primeiro governador, fundando Salvador como a primeira cidade brasileira, onde fundou seu governo em 1549-1553, e que trouxe consigo os jesuítas.
Com a morte do terceiro governante, Mem de Sá, o Rei de Portugal resolveu criar dois governos no Brasil, um com sede em Salvador e o outro no Rio de Janeiro, para melhor forma de administração. Mas essa divisão não ocorreu como o esperado, e depois se unificou a sede ao governo apenas em Salvador.
Grupo 4